
Travessia Petrópolis - Teresópolis

Entrada do Parque Nacional da Serra dos Órgãos - 1° dia


As botas do Alex não duraram 40min. (Ressecamento da borracha)

Nos aguardando...


Quem foi? Alex, Jean-Marie, Thiago, Guilhaume, Gerald e Eu.




Na Pedra do Queijo!




2° dia no portal do Hércules, conhecido como Castelos do Açu.













Descanso merecido.

Trilha à perder de vista...


Fim das botas..


Soluçao por hora...



Entre as nuvens "Dedo de Deus"



Pedra do Sino, temos que chegar lá antes do pôr-do-sol!!!


Anoiteceu e ainda estamos descendo p/ a garganta....

Começamos a escalada do famoso Cavalinho. (chegamos ate o acapamento com muita fe no meio da escuridao) - fim do 2° dia.

aurora - 3° dia

alvorada


Pedra do Sino, com neblina





Fim da trilha
Lembranças ainda revivem na memória.
Cachoeira, nem bem começamos a trilha paramos para apreciar, conversar e outros para se banhar.
Cachoeira, nem bem começamos a trilha paramos para apreciar, conversar e outros para se banhar.
O aroma das flores na montanha, dos verdes arbustos, as pedras menores arredondadas e a suavidade sagaz da neblina.
Achar um cantinho nisso tudo e ficar escondidinho sem vento e olhar ao redor.
Tentar adivinhar o caminho no meio daquela neblina densa que dança com o vento.
A umidade fria que chega a verter lágrimas dos olhos. Parecendo gotículas congeladas.
Perder tempo ganhando novas perspectivas, ''sentidos''.
Alcançar altitude não é fácil. Mas vale a pena o esforço. A subida bem devagarinho para depois chegar lá em cima para descer e subir novamente... Esse é o caminho das pedras e dos vales...
Me lembro que um dos nossos amigos levou uma barraca muito pesada. Subir já é difícil, agora imagina com excesso de peso. No final sempre dá tudo certo. Dividimos o peso e seguimos em frente.
Armamos nossas barracas em frente as Pedras que formam um portal. Castelos do Açú.
Nosso primeiro encontro com as macegas foi aí antes do portal.
O GPS pode ajudar, mas também pode atrapalhar. Aconteceu da trilha virar penhasco, sem ter como continuar à pé. Só escalando. Nós nem corda havíamos levado.
Agora que já passou, eu aconselho quem for a levar uma corda.
E as ''macegas''? Na verdade não eram o que chamamos de macegas, mas eu gosto de falar assim. Era uma espécie de capim-navalha medindo mais ou menos dois metros de altura. Entre um capim e outro existe uma valeta. O capim fica em cima de uma base de terra grudenta tipo argila. Não sei como fomos parar nessa... acho que saímos de um platô... seguimos uma trilha errada e quando nos demos conta estávamos cada qual abraçado com seu capim. Um rodeio onde o cavalo era o capim. Cegueira total. Eu saí do meu capim e fui seguindo por um caminho de capim amassado sem enxergar direito, não via ninguém na minha frente. cai daqui e dali. Foi quando senti que estava pisando em alguma coisa dura e que gritava "aiiiii" essa coisa era a cabeça do Guilhaume que estava completamente coberto e caído na valeta.
Saímos de lá depois de muito custo e um guia que estava com um grupo de turistas nos ensinou o caminho certo a seguir. Ufa!
Perdemos nossa panela. Lembro-me de ter ouvido o barulho.
Achamos um riacho e descansamos para continuar a subir.
O guia era mesmo gentil, emprestou as sandálias dele para o Alex que estava sofrendo sem a sola do sapato.
Chegamos no refúgio tarde, com muita fome. Ainda bem que apareceu um salsichão do céu bem na hora que o Thiago pediu. Acho que foi Jesus.
Não consegui acordar cedo para ver o sol nascer. Mas o Jean-Marie e o Gerald foram e disseram que estava incrível... eu acredito neles... mas minha barraca também estava incrível... uma vez eu posso, não costume perder essas coisas.
Antes de continuar a trilha no terceiro e último dia fomos até a Pedra do Sino...
Sinceramente! Não dá para descrever... O lugar é para ser sentido, sem relatos, só indo lá mesmo...
Fico por aqui na esperança de que a próxima trilha me chame para mais uma caminhada à pé pelo mundo.
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