segunda-feira, 6 de junho de 2011

Por onde e quando começar?

O estímulo e o treinamento com as crianças para que essa viagem se realize a pé pelas trilhas da Ilha de Creta não surgiu do dia para a noite e sim depois de muitos experimentos. Nossos hábitos  como: caminhadas, pedaladas e montanhismo ajudaram na tomada de decisão. Já temos nosso próprio ritmo e conhecemos bem o ritmo dos nossos filhos, desde pequenos que viajam conosco, estão acostumados, com viagens curtas como a Travessia do Pantanal ou longa como a  de junho de 2009 para a Ilha de Córsega, França, GR20 - travessia que fizemos em 13 dias pelas montanhas da ilha de norte a sul. A ajuda dos avós Anne-Marie e Jean-Philippe  foi fundamental. Enquanto seguíamos pelas trilhas das montanhas de Calvi à Bonifacio, eles seguiram em segurança  com os avós em um ''Camping car '', até o nosso encontro dias depois no sul da Ilha, que é banhada pelo Mar Mediterrâneo. Aproveitamos a última semana da viagem para ficarmos juntos e descansar.                                                                        
Lembrando que o mais importante, nessa viagem para a Ilha de Creta, é aproveitar a união e não superar e provar limites. Queremos que seja agradável para todos principalmente para a Tainá e Thomas, respeitando o tempo de cada um. A prioridade é o conhecimento e o auto-conhecimento, vamos buscar a interação e as sensações das descobertas surpresas que o lugar  tem a nos proporcionar da melhor forma possível. Queremos que seja uma viagem, acima de tudo de paz, harmonia e de integração com  a natureza. 

A Paisagem da Ilha de Creta é bastante variada, o que nos seduziu na escolha foi suas montanhas e trilhas, as crianças escolheram pensando no fascinante mundo dos mitos e lendas.
Ontem, antes de dormir a lenda escolhida foi: ''L'ondin du moulin'', Conto de Bohême, República Tcheca. Livro: Légendes des Mers, des Rivières et des Lacs. Ed. Gründ Paris.

''Voilà longtemps, bien longtemps, en Bohême, il n'y avait d'étang, de ruisseau, de rivière qui n'abritât son ondin. Et ces étranges génies des eaux établissaient de préférence leurs demeures près des habitations des hommes. A dire vrai, on trouvait parmi eux des génies bienveillants et débonnaires qui se liaient d'amitié avec les hommes et vivaient en bonne entente avec eux. Certains de ceux-là, dit-on, avaient même pris l'habitude d'accompagner leurs voisins à l'auberge, le soir, pour y boire de la bière, et aidaient les gens dès qu'ils le pouvaient. Mais, il faut le dire, des ondins malveillants et parfois même très méchants étaient de loin les plus nombreux..."

Viagem com os primos Cainã, Bentinho, Sairon e Felipe para o MS.
Projeto Jiboia Bonito MS
Barão: um cachorro que realmente vive uma vida de cachorro

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